Hoje, estou postando a minha aula, que debaterei amanhã com a turma da juventude do Projeto Vida 2013.
Será uma aula bem difícil, pois comentarei sobre o ocorrido na cidade de Santa Maria. A aula será sobre resgate coletivo. Muitos adolescentes desencarnaram nesse lamentável desastre, deixando muitos outros jovens angustiados, procurando realmente saber os motivos de tantos jovens desencarnarem nesse acidente.
Segue abaixo o texto da aula de amanhã, que comentarei com os jovens.
MORTES
COLETIVAS SEGUNDO O ESPIRITISMO
O incêndio do “Gran Circus Norte-Americano”, em Niterói.
O incêndio do “Gran Circus Norte-Americano”, em Niterói.
O
terremoto que atingiu a cidade histórica de Bam, no Irã, no final de 2003.
O acidente
com o Boeing da Flash Airlines, que ocorreu no Egito, provocando a morte de 148
pessoas.
Qual o
significado dos que foram tragados pelas águas do Tsunami?
O que
pensar, ainda, sobre o naufrágio do Titanic, que transportava cerca de 2.200
pessoas?
O ataque
do World Trade Center, em Nova York, que vitimou quase 3.000 pessoas.
Recentemente
o incêndio em Santa Maria, onde morreram mais de 200 pessoas.
Essas
ocorrências, chamadas catastróficas, que ocorrem em grupos de pessoas, em
família inteira, em toda uma cidade ou até em uma nação, não são determinismo
de Deus, por ter infringido suas Leis, o que tornaria assim, em fatalismo.
Na
realidade são determinismos assumidos na espiritualidade, pelos próprios
Espíritos, antes de reencarnar, com o propósito de resgatar
velhos débitos e conquistar uma maior ascensão espiritual.
O Espírito André Luiz, no livro Ação e Reação, afirma
esses fatos: “nós mesmos é que criamos o carma e este gera o determinismo”.
São ações praticadas no pretérito longínquo, muito graves, e por várias encarnações vamos adiando a expiação necessária e imprescindível para retirada dessa carga do Espírito, com o fim de galgar vôos mais altos.
São ações praticadas no pretérito longínquo, muito graves, e por várias encarnações vamos adiando a expiação necessária e imprescindível para retirada dessa carga do Espírito, com o fim de galgar vôos mais altos.
Assim, chega o momento para muitos, por não haver mais
condições de protelar tal decisão, e terão que colocar a termo a etapa final da
redenção pretendida perante as Leis Divinas. Dessa complexidade de fatos é que
geram as chamadas “mortes coletivas”.
Os Espíritos Superiores possuem todo conhecimento prévio desses fatos supervenientes, tendo em vista as próprias determinações assumidas pelos Espíritos emaranhados na teia de suas construções infelizes, aí, providenciam equipes de socorros altamente treinadas para a assistência a esses Espíritos que darão entrada no plano espiritual.
Os Espíritos Superiores possuem todo conhecimento prévio desses fatos supervenientes, tendo em vista as próprias determinações assumidas pelos Espíritos emaranhados na teia de suas construções infelizes, aí, providenciam equipes de socorros altamente treinadas para a assistência a esses Espíritos que darão entrada no plano espiritual.
Mesmo que o desencarne coletivo ocorra identicamente para
todos, a situação dos traumas e do despertar dependerá, individualmente, da
evolução de cada um. Estes fatos, mais uma vez André Luiz confirma: “se os
desastres são os mesmos para todos, a
“morte” é diferente para cada um”.
O fato é
que nós criamos a culpa, e nós mesmos formatamos os processos para extinguir os
efeitos. Ante as situações trágicas da Terra, o ser humano adquire mais
experiência e mais energias iluminativas no cérebro e no coração, para
defender-se e valorizar cada instante de sua vida. Com as verdades reveladas
pelo Espiritismo, compreende-se, hoje, a justiça das provações, entendendo-as
como sendo uma amortização de débitos de vidas pregressas.
Dentro do princípio de Causa e Efeito, quem, em conjunto com outras pessoas, agrediu o próximo não teria que ressarcir o débito em conjunto? É esse o chamado "carma coletivo". Toda ação que praticamos, boa ou má, recebemos de volta. Nosso passado determina nosso presente não existindo, pois, favoritismos, predestinações ou arbítrios divinos. A doutrina espírita não prega o fatalismo e nem o conformismo cego diante das tragédias da vida, mesmo das chamadas tragédias coletivas. O que o Espiritismo ensina é que a lei é uma só: para cada ação que praticamos, colheremos a reação.
O importante para os que ficam por aqui , na Terra, para que tenham o avanço espiritual devido, é não falir pela lamentação, pela revolta pois “as grandes provas são quase sempre um indício de um fim de sofrimento e de aperfeiçoamento do Espírito, desde que sejam aceitas por amor a Deus”.
Diante do exposto, afirmamos que a função da dor é ampliar horizontes, para realmente vislumbrarmos os concretos caminhos amorosos do equilíbrio. Por isto, diante dos compromissos cármicos, em expiações coletivas ou individuais, lembremo-nos sempre de que a finalidade da Lei de Deus é a perfeição do Espírito, e que estamos, a cada dia, caminhando nesta destinação, onde o nosso esforço pessoal e a busca da paz estarão agindo a nosso favor, minimizando ao máximo o peso dos débitos do ontem.
Dentro do princípio de Causa e Efeito, quem, em conjunto com outras pessoas, agrediu o próximo não teria que ressarcir o débito em conjunto? É esse o chamado "carma coletivo". Toda ação que praticamos, boa ou má, recebemos de volta. Nosso passado determina nosso presente não existindo, pois, favoritismos, predestinações ou arbítrios divinos. A doutrina espírita não prega o fatalismo e nem o conformismo cego diante das tragédias da vida, mesmo das chamadas tragédias coletivas. O que o Espiritismo ensina é que a lei é uma só: para cada ação que praticamos, colheremos a reação.
O importante para os que ficam por aqui , na Terra, para que tenham o avanço espiritual devido, é não falir pela lamentação, pela revolta pois “as grandes provas são quase sempre um indício de um fim de sofrimento e de aperfeiçoamento do Espírito, desde que sejam aceitas por amor a Deus”.
Diante do exposto, afirmamos que a função da dor é ampliar horizontes, para realmente vislumbrarmos os concretos caminhos amorosos do equilíbrio. Por isto, diante dos compromissos cármicos, em expiações coletivas ou individuais, lembremo-nos sempre de que a finalidade da Lei de Deus é a perfeição do Espírito, e que estamos, a cada dia, caminhando nesta destinação, onde o nosso esforço pessoal e a busca da paz estarão agindo a nosso favor, minimizando ao máximo o peso dos débitos do ontem.
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